Walter Salles

1996 – 1998 – Realiza o longa-metragem "Central do Brasil", cujo roteiro ganhou o Prêmio "Cinema 100", outorgado pelo Sundance Institute e pela rede de televisão cultural japonesa NHK. O filme ganhou o Urso de Ouro (Melhor Filme), o Urso de Prata (Melhor Atriz: Fernanda Montenegro) e o Prêmio de Melhor Filme (Júri Ecumênico) no Festival de Berlim.

1995 – Dirige o longa-metragem "Terra Estrangeira", co-realizado com Daniela Thomas. O filme recebeu o Grande Prêmio do Público no Paris International Film Forum (França), o Grande Prêmio do Público e o Prêmio Especial do Júri do Festival de Belfort (França), o Grande Prêmio do Público no Festival de Bergamo (Itália), o Prêmio de Melhor Filme no Cinema Novo Festival – Karibu Award (Bélgica), a Câmera de Prata do Internacional Film Camera Festival (Macedônia), o Prêmio de Melhor Roteiro no Festival de Providence (Estados Unidos), Melhor Filme Ibero-Americano no Festival Cinematográfico Internacional do Uruguai, a Margarida de Prata de Melhor Filme Nacional do CNBB (Brasil), Melhor Filme do Ano da Associação dos Críticos – SESI (Brasil).

1995 – Dirige o documentário "Socorro Nobre", sobre a relação entre Frans Krajcberg e uma presidiária, que recebe os prêmios de Melhor Documentário no Festival International de Programmes Audiovisuels - Fipa D’Or (França, 1995), Melhor Documentário no Festival de Liège (Bélgica, 1996), Menção Honrosa no Rio Cine Festival (1995), Melhor documentário - 4º Festival Chileno Internacional de Curta-Metragem (Chile, 1996), e Seleção Oficial, Bienal do Filme de Arte, Museu Georges Pompidou (Beaubourg) (França, 1996).

1993 - Dirige o especial "Tributo a Tom Jobim", reunindo Gal Costa. Herbie Hancock, Shirley Horn, Joe Hendricks, Ron Carter, Harvey Mason, Gonzalo Rubalcaba, entre outros.

1992/1993 - Dirige com José Henrique Fonseca a série de cinco programas "Caetano, 50 anos", exibida pela Rede Manchete. Roteiro de João Moreira Salles e Arthur Fontes.

1992 - Dirige o documentário "João e Antônio", sobre a Bossa Nova, com Antônio Carlos Jobim e João Gilberto. Exibido pela Rede Globo.

1990 - Dirige documentário musical "Chico – No país da delicadeza perdida", sobre o Rio de Janeiro e o compositor Chico Buarque de Holanda, co-produzido pela rede francesa de televisão FR3, com roteiro e texto de João Moreira Salles. Finalista do festival dei Popoli.

1989 - Realiza seu primeiro longa-metragem "A Grande Arte", com Peter Coyote e Tcheky Karyo, distribuído nos EUA pela Miramax.

1988 – Dirige Especial Marisa Monte, exibido pela Rede Manchete, que recebe o prêmio Golden de Melhor Programa Musical.

1987 – Dirige o documentário "Krajcberg - O Poeta dos Vestígios" sobre o escultor Frans Krajcberg, que recebeu os prêmios de Melhor Documentário de Pesquisa e do Público no festival dei Popoli de Florença, na Itália, e Menção Honrosa do Júri no Festival de Montbéliard, na França, além do Tucano de Ouro no V Fest Rio. Roteiro de João Moreira Salles.

1987 - Dirige série documental sobre os artistas plásticos brasileiros Tomie Ohtake e Rubens Gerchman, que recebe prêmio de Melhor Série de Televisão no Festival Latino Americano de Cinema e Televisão de Havana.

1987 – Supervisiona uma nova série documental de cinco horas sobre a China, que recebe prêmio da Associação Paulista dos Críticos de Arte.

1986 - Dirige documentário de cinco horas sobre o conflito entre tradição e modernidade no Japão.

1983/85 - Dirige a série "Conexão Internacional", focalizando Jorge Luis Borges, Federico Fellini, Marcello Mastroiani e Vittorio Gassman.

 

Fernanda Montenegro

Considerada uma das maiores atrizes do Brasil, Fernanda Montenegro participou de mais de 50 peças de teatro e vários longa-metragens.

Pêmios de Cinema

Melhor Atriz - Urso de Prata - Festival de Berlim - 1998

Melhor Atriz - Festival de Cinema de Taormina (Itália) - "Tudo Bem" - 1977

Melhor Filme e Melhor Atriz - Festival Cinema de Moscou - "Em Família" - 1970

Prêmios de Teatro

Moliére/Prêmio Air France - "Dona Doida" de Adélia Prado - 1983

Prêmio Moliére e Melhor Atriz da Associação brasileira de Críticos - "As Lágrimas de Petra von Kant " de Rainer Werner Fassbinder - 1982

Moliére/Prêmio Air France - Melhor Atriz - "A Mais Sólida Mansão" de Eugene O'Neill - 1976

Associação dos Críticos de Teatro de São Paulo - "Seria cômico se não fosse sério" de Friedrich Durenmatt - 1976

Moliére/Prêmio Air France - Melhor Atriz - "A Mulher de Todos Nós" de Henri Becque - 1967

Moliére/Prêmio Air France - Melhor Atriz - "O Homem do Princípio ao Fim" de Millôr Fernandes - 1967

Filmes

"Central do Brasil", de Walter Salles - 1998

"Traição", de Arthur Fontes, José Henrique Fonseca e Claudio Torres- 1998

"O que é Isso Companheiro", de Bruno Barreto - 1997

"Trancado por Dentro", de Arthur Fontes - 1989

"A Hora da Estrela", de Carlos Diegues - 1994

"Eles não Usam Black-tie", de Leon Hirszman - 1980

"Tudo Bem", de Arnaldo Jabor - 1980

"Em Família", de Paulo Porto - 1970

"A Falecida", de Leon Hirszman - 1964

Fernanda Montenegro recebeu a distinção de "Chevalier des Arts et des Lettres" do governo francês em 1983.

 

Marilia Pêra

Aclamada como uma das dez melhores atrizes da década de 80 por Pauline Kael, do New Yorker, Marilia Pêra é considerada uma das maiores atrizes do Brasil.

Prêmios de Cinema

Prêmio Air France - Melhor Atriz - "Pixote" - 1980

Moliére - Melhor Atriz - "Pixote" - 1980

Associação dos Críticos dos Estados Unidos - Melhor Atriz - "Pixote" - 1981

Prêmio Air France - Melhor Atriz - "Bar Esperança, o "Último que Fecha" - 1983

Festival de Cinema de Gramado - Melhor Atriz - "Bar Esperança, o "Último que Fecha" - 1983

Festival de Cinema de Gramado - Melhor Atriz - "Anjos da Noite" - 1987

Festival de Cinema de Cartagena - Melhor Atriz - "Dias Melhores Virão" - 1995

Prêmios de Teatro

Moliére - Melhor Atriz - "Fala Baixo senão eu grito" - 1969

Moliére - Melhor Atriz - "Apareceu a Margarida" - 1973

Mambembe - Melhor Atriz - "O Exercício" - 1977

Moliére - Melhor Atriz - "Brincando em Cima Daquilo" - 1983

Mambembe - Melhor Atriz e Produtora - "Adorável Julia" - 1983

Associação de Críticos de Teatro de São Paulo - Melhor Atriz - 1988

Filmes

"O Donzelo", de Stefan Wohl -1969

"O Homem que Comprou o Mundo", de Eduardo Coutinho - 1970

"É Simonal", de Domingos de Oliveira - 1971

"Ana, a Libertina", de Alberto Salvá - 1975

"O Rei da Noite", de Hector Babenco - 1975

"O Grande Desbum", de Braizchediak e Antônio Pedro - 1978

"Pixote", de Hector Babenco - 1980

"Bar Esperança, o último que Fecha", de Hugo Carvana - 1982

"Areias Sagradas", de Roberto Athayde - 1983

"Mixed Blood", de Paul Morissay - 1984

"Anjos da Noite", de Wilson Barros - 1986

"Dias Melhores Virão", de Carlos Diegues - 1988

"Jenipapo", de Monique Gardenberg - 1995

"Tieta", de Carlos Diegues - 1996

"Central do Brasil", de Walter Salles - 1998

 

Vinicius de Oliveira

"Central do Brasil" é o primeiro papel de Vinicius de Oliveira no cinema. Vinicius tinha 10 anos quando se aproximou do diretor Walter Salles no aeroporto Santos Dumont no Rio de Janeiro, onde ele trabalhava como engraxate.

Vinicius participou de vários testes, com outros 1500 jovens atores, e sua performance foi tão convincente que ele acabou sendo escolhido para representar o papel de Josué.

 

Othon Bastos

Othon Bastos participou de vários dos mais importantes filmes nacionais já realizados. Estreou nas telas em 1962, com "Sol sobre a Lama", de Alex Viany. Fez no mesmo ano "O Pagador de Promessas", de Anselmo Duarte e, em seguida, "Deus e o Diabo na Terra do Sol", de Glauber Rocha, com quem o ator voltou a trabalhar mais tarde em "O Dragão da Maldade contra o Santo Guerreiro". A lista de clássicos em que Othon marcou presença inclui "São Bernardo", de Leon Hirszman, "Capitu", de Paulo César Saraceni, "Os Deuses e Os Mortos", de Ruy Guerra, "O Homem do Pau Brasil", de Joaquim Pedro de Andrade, e "Ao Sul do Meu Corpo", de Saraceni.

Ao longo da década de 80, Othon Bastos atuou em filmes importantes como "Das Tripas Coração", de Ana Carolina, "A Próxima Vítima", de João Batista de Andrade e "Chico Rei", de Walter Lima Jr.

 

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